Free tour noturno por Roma
2h · nota 9,1/10 em 5.009 avaliações
Guia em espanhol
Reservar vagaRoma dá de graça mais do que a maioria das capitais, porque boa parte dela está ao ar livre ou dentro de igrejas. A Basílica de São Pedro não custa nada. Os Caravaggios de três igrejas perto da Piazza Navona também não, nem o Moisés de Michelangelo, os mirantes do Gianicolo e do Pincio ou uma caminhada pela Via Ápia Antiga. Algumas coisas mudaram, porém. O Panteão agora cobra de turistas e, desde fevereiro de 2026, chegar à beira da Fontana di Trevi custa €2 durante o dia. Nos museus, tudo se resume a duas datas: o primeiro domingo do mês para os sítios estatais e municipais, e o último domingo para os Museus do Vaticano. Tudo abaixo foi conferido em fontes oficiais em outubro de 2026.

Esses passeios não têm preço fixo. Você reserva uma vaga e, no fim, dá ao guia a gorjeta que achar justa.
2h · nota 9,1/10 em 5.009 avaliações
Guia em espanhol
Reservar vaga2h30 · nota 9,3/10 em 873 avaliações
Guia em português
Reservar vaga2h30 · nota 8,8/10 em 104 avaliações
Guia em português
Reservar vagaAs vagas são reservadas pela Civitatis.
Abertos a todos, todos os dias em que funcionam. Sem ingresso para comprar.
A maior igreja do mundo, com a Pietà de Michelangelo logo à direita da entrada e o baldaquino de bronze de Bernini sobre o altar. Entrar não custa nada. Só a subida à cúpula e o horário marcado com audioguia são pagos.
Um museu pequeno dentro da Porta San Sebastiano, o maior portão das Muralhas Aurelianas. O acervo é modesto. O interessante é subir nas torres e andar por um trecho da muralha do século III.
Dentro da Porta San Pancrazio, no alto do Gianicolo, este museu pequeno conta a história da República Romana de 1849 e da defesa da colina por Garibaldi, com mapas, uniformes e vídeo.
A igreja nacional francesa guarda três telas de Caravaggio sobre a vida de São Mateus na Capela Contarelli, a última à esquerda. A Vocação de São Mateus sozinha seria a estrela de qualquer museu.
Dois Caravaggios frente a frente na Capela Cerasi, à esquerda do altar: a Crucificação de São Pedro e a Conversão de São Paulo. A Capela Chigi, a segunda à esquerda, foi desenhada por Rafael e terminada por Bernini.
A Madonna dos Peregrinos, de Caravaggio, está na primeira capela à esquerda, no mesmo lugar para onde foi pintada. O afresco de Rafael com o profeta Isaías fica no terceiro pilar da nave.
O Moisés de Michelangelo está no centro do túmulo de Júlio II, no transepto direito. Sob o altar-mor ficam as correntes que teriam prendido São Pedro, que dão nome à igreja.
A vista mais ampla sobre as cúpulas e telhados de Roma, do terraço junto ao monumento a Garibaldi. Um canhão logo abaixo dá um único tiro de festim ao meio-dia, todos os dias, tradição desde 1904.
A sacada acima da Piazza del Popolo, olhando a oeste por cima dos telhados até a cúpula de São Pedro. É o lugar clássico para ver o sol se pôr em Roma.
Um jardim murado de laranjeiras amargas no Aventino, com um terraço sobre o Tibre e visada direta para São Pedro. O nome oficial é Parco Savello.
O parque central de Roma: 80 hectares de pinheiros-mansos, um pequeno lago com um templo numa ilha, fontes e o oval da Piazza di Siena. A Galleria Borghese lá dentro é paga, o parque não.
A estrada romana original rumo ao sul, ainda pavimentada em trechos com lajes de basalto marcadas por rodas de carroça, e ladeada por túmulos e pinheiros. Caminhar por ela é de graça todos os dias. Aos domingos e feriados, o trânsito de veículos é proibido em todo o percurso.
Um mercado de bairro coberto com cerca de 100 barracas: hortifrúti, açougues, peixarias e uma fileira de balcões que vendem sanduíches e massas. Sob ele ficam ruínas de armazéns romanos achadas durante a obra.
Um cemitério sombreado ao lado da Pirâmide de Céstio, onde estão Keats e Shelley, além de Gramsci e do filho de Goethe. Ciprestes, gatos e parte da melhor escultura funerária da cidade.
Uma praça oval comprida construída sobre a planta do estádio de Domiciano, com a Fonte dos Quatro Rios de Bernini no centro e a igreja de Sant'Agnese, de Borromini, de frente para ela.
A audiência pública semanal do Papa, na Praça de São Pedro quando o tempo ajuda ou na Sala Paulo VI. Os ingressos são sempre gratuitos, não importa o que revendedores cobrem na internet.
Desde 2 de fevereiro de 2026, turistas pagam €2 para descer até a borda da bacia durante o dia. Olhar a fonte da praça, alguns passos atrás, continua gratuito a qualquer hora, e depois do horário as barreiras deixam de cobrar.
Campos abertos cortados pelos arcos do Aqua Claudia e de outros seis aquedutos romanos, a oito quilômetros do centro. Há ovelhas pastando, e moradores correm sob os arcos.
A feira de pulgas de domingo de Roma, mais de um quilômetro de barracas a partir do portão de Porta Portese pela Via Portuense. Perto do portão, sobretudo roupa barata e capinhas de celular, e mais adiante livros usados, discos e quinquilharias.
Um mercado matinal na praça onde Giordano Bruno foi queimado em 1600. A estátua dele, de capuz, fica no meio. Hoje as barracas vendem tantas misturas de temperos e garrafas de limoncello quanto verduras.
Quase sempre museus. O horário gratuito, quem tem direito e a regra de reserva estão em cada ficha.
O Coliseu e a área do Fórum e do Palatino abrem de graça no primeiro domingo do mês, pelo programa estatal Domenica al Museo. Vale só o percurso padrão. A arena, os subterrâneos e os sítios SUPER do Palatino ficam fechados.
O Panteão cobra dos visitantes desde 2023, mas o primeiro domingo do mês continua gratuito para todos. Tem dois mil anos, e a cúpula com o óculo aberto segue sendo o melhor interior de Roma.
O túmulo de Adriano transformado em fortaleza papal, com rampa em espiral, apartamentos com afrescos e um terraço no topo de frente para São Pedro. Gratuito no primeiro domingo do mês, preço cheio no resto do tempo.
A galeria nacional de mestres antigos: a Judite e Holofernes de Caravaggio, a La Fornarina de Rafael e o enorme teto de Pietro da Cortona. Gratuita no primeiro domingo, junto com a galeria irmã, o Palazzo Corsini, em Trastevere.
As ruínas de um complexo de banhos do século III construído para 1.600 banhistas ao mesmo tempo, com paredes de tijolo ainda de pé a 30 metros de altura e trechos de piso de mosaico. Sítio estatal, portanto gratuito no primeiro domingo.
O acervo da própria cidade, na praça de Michelangelo: a Loba de bronze, o Marco Aurélio a cavalo original, o Gaulês Moribundo e uma galeria que olha direto para o Fórum. Nos outros dias, não residentes pagam €16,50.
Um complexo romano de vários andares com lojas e escritórios escavado na colina do Quirinal, hoje o museu dos Fóruns Imperiais. Você anda pela rua antiga, a Via Biberatica, e olha o Fórum de Trajano dos terraços de cima.
O percurso completo, com as Salas de Rafael e a Capela Sistina, sem ingresso no último domingo de cada mês. A entrada normal custa €20 ou mais, então é a maior economia individual de Roma.
Não para turistas em dias normais. É grátis para todos no primeiro domingo do mês, com ingressos gratuitos entregues nos guichês e sem reserva online. Residentes de Roma não pagam.
Só para descer até a beira da água. Desde 2 de fevereiro de 2026, turistas pagam €2 pela área da bacia das 9h às 22h (a partir das 11h30 às segundas e sextas). Ver da praça é grátis a qualquer hora.
É, junto com o Fórum Romano e o Palatino. Os ingressos gratuitos não podem ser reservados. Você retira pessoalmente no mesmo dia, nas bilheterias da Piazza del Colosseo ou do Largo della Salara Vecchia.
No último domingo de cada mês, das 9h às 14h, com última entrada às 12h30, exceto se cair na Páscoa, em 29 de junho ou em 25, 26 ou 31 de dezembro. Não há reserva, e a fila costuma chegar a duas horas.
Só no primeiro domingo do mês. Desde fevereiro de 2026 são grátis o ano todo para residentes de Roma e da região metropolitana. Quatro museus pequenos continuam gratuitos para todos: Museo delle Mura, Museo della Repubblica Romana, Casal de' Pazzi e Casa Museo Alberto Moravia.
O Apolo e Dafne e o Rapto de Prosérpina, de Bernini, estão aqui, mais seis Caravaggios, e nenhuma igreja nem domingo gratuito de outro lugar chega perto em escultura. A entrada é por horário marcado de duas horas, com número limitado de pessoas, então dá para ficar diante do mármore sem multidão. Reserve com uma semana de antecedência ou mais.
Tudo o que vem antes é grátis. Esta é a única indicação paga da página, escolhida porque nenhuma opção gratuita a substitui.
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